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Depois de alguns dias sem escrever, decidi contar um pouco sobre minha vivência em cobrir dois eventos como assessora de imprensa estagiária, enquanto ainda cursava o quarto período da faculdade. Vou dividir essas vivências em dois textos, para que cada um tenha detalhes únicos de minha experiência.
O primeiro evento que cobri foi o Expovet Minas 2017. Esse evento foi feito pra mim, porque sou uma amante dos animais (principalmente cachorros), e pude interagir com vários deles. Mas antes de contar os detalhes, vou explicar um pouco o conceito do Expovet.
No que consiste o Expovet?
Confesso que nunca havia ouvido falar no Expovet, e acredito que talvez você também não. Isso porquê ele é um evento voltado para estudantes de medicina veterinária, médicos veterinários e donos de pet shop. Ou seja, não é aberto ao público, porque o foco deles é apresentar inovações e fechar negócios dentro do ramo da veterinária e pet shop, desde ofurô para cães até tipos de tosas personalizadas.
Um produto que achei s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l na época foi um comedouro inteligente. Ele era controlado por um aplicativo de celular, que te permitia acioná-lo mesmo fora de casa. Bastava uma conexão Wi-Fi ou dados móveis para que seu pet tivesse alimento e água sempre que precisasse. Além disso, vi também muitas amostras de rações mais tecnológicas, produtos de beleza para os cães, e outras coisas interessantes.
Como funciona a cobertura como assessora de imprensa?
Basicamente, os eventos de grande público chamam a atenção das emissoras de TV, jornais impressos e outras mídias. Como eu era estagiária, a empresa em que trabalhava me deu todo o suporte para atender os jornalistas. Antes de tudo, assim que eu chegava, minha primeira função era procurar pautas que possivelmente interessariam a imprensa, para que eles não precisassem fazer esse trabalho.
Em seguida, caso fosse uma rede de televisão, era preciso que eu checasse se a iluminação estava boa, não permitir que pessoas passassem entre o repórter e o cinegrafista e ajudar a encontrar alguém para ser entrevistado. Após auxiliar uma mídia, era preciso aguardar e tentar atender o máximo de jornalistas possível. Meu trabalho consistia em, na maior parte do tempo, identificar os meios de comunicação e abordá-los para que fossem assessorados por mim.
Prós e contras de cobrir eventos
Tudo na vida tem seus prós e contras, não somos capazes de fugir disso. Com a cobertura de eventos não é diferente. Vou começar listando o que eu amei fazer e o que não gostei tanto assim.
PRÓS:
- Todo evento tem um mundo de possibilidades e oportunidades. São diversas pessoas para conhecer e fazer um networking, além de enriquecer seu conhecimento – o que é muito importante para um jornalista – em muitas áreas.
- Para quem gosta de trabalhar e assessorar, é uma oportunidade incrível para se destacar e mostrar todo o seu diferencial para uma mídia de comunicação.
- Ter uma ala reservada para a imprensa e poder acessá-la sempre que desejar.
- Ganhar amostras de produtos que são vendidos e/ou demonstrados no evento.
- No caso do Expovet, ter momentos gostosos como este da foto:

Contras:
- O Expovet em específico, aconteceu em um feriado de sexta-feira e durou três dias. Nesse caso, trabalhei no feriado e no fim de semana.
- Por ser um evento grande e receber muitas mídias de comunicação, eu não tive muito tempo para sentar ou comer… a maior parte do tempo foi me movimentando.
- É preciso chegar antes do evento começar, para preparar o local de trabalho. Mas também precisamos ser os últimos a sair, para garantir que todo jornalista foi atendido e saiu satisfeito com o material trabalhado.
No geral, cobrir eventos foi algo que adorei fazer e, inclusive, sinto bastante saudade. No próximo texto contarei a vivência de cobrir o evento Festival do Queijo Minas Artesanal.